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sábado, 7 de dezembro de 2013

Calor nas escolas prejudica aprendizado dos alunos

Da grande lista de problemas reais deixados pelo governo anterior, e que até agora o Governo Mota não conseguiu resolver, o Jornal i+ buscou junto à Secretaria de Educação explicações referentes ao calor enfrentado nas escolas municipais. As altas temperaturas nas salas de aula têm prejudicado os professores que não podem desenvolver melhor o seu trabalho, e principalmente os alunos, que devido ao calor excessivo não conseguem absorver os ensinamentos aplicados em sala de aula.

Porém, um fato no mínimo estranho, é que praticamente todas as unidades escolares inauguradas até 2012, possuem aparelhos de ar-condicionado, em alguns casos instalados e em outros ainda guardados em caixas, mas não funcionam. Segundo a Secretária de Educação, Célia Tavares, 30% dos aparelhos de ar-condicionado foram instalados, mas a empresa contratada no governo anterior para realizar a climatização, até agora não concluiu o serviço. Providências jurídicas contra a empresa já foram tomadas, mas o problema persiste.

Nas escolas onde os aparelhos já foram instalados, antes das eleições do ano passado, na maioria das vezes nas janelas voltadas para a rua, o problema está sendo a LIGHT, pois é necessário um aumento de carga na rede elétrica, sendo que até agora somente quatro unidades escolares tiveram o serviço realizado pela empresa. A burocracia prejudica ainda mais a solução para o problema, uma vez que a Secretaria de Educação não é a responsável pelas obras.

Cabe à Secretaria de Obras do município acionar a empresa responsável pela instalação dos aparelhos de ar-condicionado e solicitar à LIGHT o aumento da carga. Como a Secretaria de Obras tem sofrido constantes trocas do Secretário, acredita-se que isto tem dificultado ainda mais a resolução do problema nas escolas.

Outro problema encontrado, é que a maioria dos prédios construídos no governo anterior, também tem contribuído para o aumento da sensação de calor, pois parecem ter sido projetados justamente para funcionarem com um sistema de refrigeração adequado. Como a maioria das unidades escolares construídas ou reformadas até 2012, foram inauguradas sem as obras estarem completas, a declaração da Subsecretária de Infraestrutura da Secretaria de Educação, Silvana Christina Brito de Carvalho, resume a situação encontrada em 2013: “As escolas estavam como casca. Tinham só aparência, mas internamente não correspondiam às expectativas.” A Secretária de Educação Célia Tavares está trabalhando para resolver todos os problemas referentes ao calor em sala de aula, e espera que os aparelhos de ar-condicionado estejam funcionando em todas as unidades escolares até o início do próximo ano letivo.

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