Evento que teve como tema “Ouvir a Mulher: Um novo significado a participação” aconteceu no último fim de semana, em CuritibaA superintendência da Mulher, pasta vinculada à secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos de Mangaratiba, participou no último fim de semana, em Curitiba, do seminário “Ouvir a Mulher: Um novo significado a participação”. O evento foi realizado pela União Brasileira de Mulheres (UBM), em parceria com o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP), do Departamento de Ouvidoria Geral do SUS (DOGES/SUS) e do Departamento de Apoio a Gestão Participativa (DAGEP/SUS).
O objetivo principal do seminário foi qualificar a Ouvidoria do Sistema Único de Saúde (SUS), estimular a Gestão Participativa e ampliar o controle social relacionado à Política de Atenção Integral a Saúde da Mulher. O seminário também teve como finalidade ouvir as usuárias do SUS sobre o acesso e qualidade da atenção a saúde das mulheres, ampliar o debate sobre a garantia de direitos, além de fortalecer a cultura da participação social das mulheres na efetivação de políticas e projetos para a educação dos trabalhadores da saúde.
Segundo a superintendente Shirley Behrends, a União Brasileira de Mulheres (UBM) e o Ministério de Saúde estão buscando cada vez mais a melhoria dos serviços para as mulheres. “O nosso objetivo é apoiar as mulheres em situação de violência e ampliar o acesso, com qualidade, aos serviços voltados as gestantes durante o pré-natal, o parto, puerpério, vítimas de estupro, e abortos, como estabelece a Política Nacional de Atenção à Saúde da Mulher e como prevê o programa da Rede Cegonha”.
A superintendente também acredita que durante muitos anos, as ações na área de saúde da mulher estiveram restritas, porém, deu-se a ruptura com o avanço de estudos e programas específicos. “Apesar dos avanços obtidos até hoje, ainda é um grande desafio, principalmente em regiões do país onde há maior dificuldade de acesso aos serviços de saúde. Por esta razão esse projeto chega à boa hora, levantando informações e capacitando nossas mulheres”.



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